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Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processo robóticos – Parte 1

A partir do momento em que são identificados os processos aptos para a robotização, é muito importante termos clareza sobre o que o robô pode fazer em comparação ao o que uma pessoa faz.

Para quem não está familiarizado com processos de robotização, é muito comum nesta etapa do projeto realizar a simplificação da automatização. Ou seja, achar que o robô fará tudo que uma pessoa faz, de forma muito mais rápida e com menos erros.

Por isso, é fundamental entendermos quais são as diferenças existentes entre as tarefas feitas por uma pessoa e feita por um robô.

Viabilizar a operação do robô poderá envolver adequações no método do trabalho manual, de forma que na modelagem dos processos se faz essencial que as tarefas sejam redesenhadas. Isso poderá evitar interrupções para solucionar gaps durante a programação do trabalho do robô, e permitirá obter os melhores resultados de agilidade e produtividade.

Acesse o vídeo e aproveite.